MENSAGEM DO MÊS:
JULGAMENTO NO MUNDO ESPIRITUAL
JULGAMENTO NO MUNDO ESPIRITUAL
Enquanto vive no Mundo Material, o homem deve se esforçar para cumprir plenamente a missão que lhe foi concedida por Deus, contribuindo para o bem da sociedade. A maioria das pessoas, no entanto, fica atenta apenas aos aspectos exteriores das coisas e, inconscientemente, pratica ações subordinadas ao mal. Em consequência, no seu corpo espiritual vão se acumulando máculas. Passando para o Mundo Espiritual, nele se efetua uma rigorosa eliminação dessas máculas.
Fundamentalmente, o Mundo Espiritual é constituído de nove níveis, pois tanto o Plano Superior, quanto o Intermediário e o Inferior são formados de três níveis. Após a morte, o espírito das pessoas comuns vai para o Plano Intermediário, mas o espírito daqueles que foram muito bons sobe imediatamente ao Plano Superior, e o dos perversos desce incontinenti ao Plano Inferior. Podemos ter mais ou menos uma ideia disso observando a forma como ocorre a morte.
Aqueles cujo espírito vai para o Plano Superior, sabem a data aproximada em que vão morrer e, nessa ocasião, não sentem nenhum sofrimento; chamam os mais chegados, expressam seus últimos desejos e morrem em paz, como se a morte fosse a coisa mais natural. Ao contrário, aqueles cujo espírito vai para o Plano Inferior têm morte muito dolorosa, agonizando em meio a sofrimentos extremos. Os que vão para o Plano Intermediário estão sujeitos a sofrimentos menos dolorosos. Falarei primeiramente sobre os espíritos que se destinam ao Plano Intermediário. Para chegarem lá, eles têm de atravessar um rio. Nessa ocasião, um funcionário examina-lhes a roupa; se esta é branca, o espírito passa, mas se é de cor, ele é obrigado a trocá-la por uma de cor branca. Quando o espírito acaba de atravessar o rio, a veste branca apresenta-se tingida; a cor varia de acordo com a quantidade de máculas espirituais. As vestes dos espíritos mais maculados tingem-se de cores escuras, sendo que a do mais puro permanece branca.
Em seguida, de acordo com a tese budista, o espírito vai para o Fórum, onde é julgado. O julgamento é bem diferente do que ocorre no Mundo Material: caracteriza-se pela imparcialidade, não havendo o mínimo de favoritismo nem de equívocos. Um por um, os pecados são refletidos num espelho de cristal puro e, em seguida, julgados. O julgamento é precedido de uma investigação, procedendo-se, em seguida, à comparação das condições presentes do espírito com os outros registros seus existentes no Fórum. Quem exerce a função de juiz no fórum do Mundo Material, também a exerce no Mundo Espiritual. Após receber a sentença, o espírito dirige-se para um dos três níveis do Plano Superior ou do Plano Inferior. Portanto, a "esquina de seis caminhos" a que aludimos, como o próprio nome indica, é a encruzilhada para ele ir a um daqueles níveis. Todavia, embora tenha ficado decidido que o espírito vai para o Plano Inferior, concede-se a ele mais uma oportunidade: fazer aprimoramento no Plano Intermediário, para a sua elevação. Aqueles que se arrependem e se convertem, ao invés de irem para o Plano Inferior como estava determinado, vão para o Plano Superior.
O trabalho de orientação é realizado pelos eclesiásticos das respectivas religiões, como faziam no Mundo Material. Tais eclesiásticos, após seu falecimento, recebem ordem para cumprir essa missão. No Plano Intermediário, o período de aprimoramento vai de alguns dias até trinta anos, e aqueles que não conseguem arrepender-se, descem ao Plano Inferior. Há um outro fator ainda. Se os parentes, amigos e conhecidos lhe oferecem cultos após a morte - cultos feitos de coração, com toda a sinceridade - ou somam méritos e virtudes praticando o bem, fazendo feliz o próximo, a purificação do espírito desencarnado será acelerada. Por essa razão, a dedicação aos pais, a fidelidade ao cônjuge, etc., aqui no Mundo Material, revestem-se de grande significado mesmo após a sua morte, e eles ficam muito contentes com os cultos feitos em sua memória.
Meishu-Sama em 5 de fevereiro de 1947
Fonte: Alicerce do Paraiso – volume 3 (trechos)
EXPERIÊNCIA DE FÉ:
"Bom dia a todos!
Meu nome é Sidnéa Regiane Bortolozo, do Johrei Center Guanabara, da cidade de Campinas, interior de São Paulo.
Eu me tornei messiânica por intermédio do Coral Mokiti Okada no ano de 2006 e meu filho, que também participava do Coral, recebeu o Ohikari no ano seguinte.
Desde que fui outorgada, sempre tive o pensamento fixo de que eu não tinha capacidade de falar sobre a Igreja para ninguém; de que não dispunha de conhecimento suficiente para transmitir os Ensinamentos a alguém; vivia repetindo para mim mesma, que minha missão não era a expansão da Obra Divina.
De fato, eu tinha dificuldades em apresentar a Igreja Messiânica para as pessoas; lia poucos ensinamentos e não conseguia ministrar muito Johrei. Enfim, nesses pontos, eu não me sentia uma boa messiânica.
Mas por outro lado, sempre dediquei com muito empenho e com muito amor no Coral, e sei que transmitia esse amor para as pessoas que tinham contato comigo. Achava que isso era a minha missão na Obra Divina, e por isso não me empenhava no encaminhamento de outras pessoas.
Porém, no início deste ano, quando estava recebendo Johrei com o Ministro Responsável do meu Johrei Center, pensei muito em minha mãe.
Mesmo ela morando junto comigo, pois meu pai é falecido há mais de trinta anos, dentro da minha cabeça, eu via o fato dela receber o Ohikari como algo impossível.
Ao término do Johrei, fui orientada pelo ministro a mudar o meu Sonen e procurar colocar a vontade de Meishu-Sama à frente da minha vontade.
E a convite do ministro, passei também a fazer parte do grupo de expansão, e acabei indicando o nome da minha mãe para receber o Ohikari, mesmo sem ter confiança suficiente de que conseguiria alcançar esse objetivo.
Assim, a partir daquele dia, comecei a ministrar Johrei diariamente nela. Por um lado, sentia-me muito feliz com esse desafio, principalmente por se tratar de minha mãe. Mas por outro lado, não sabia como iria despertá-la e, mais uma vez pedi a Deus, ao Messias Meishu-Sama e ao mundo espiritual que me orientassem.
Além de ministrar-lhe Johrei todos os dias, comecei a fazer a prática do Sonen de encaminhamento dos antepassados, e assim, passei a me sentir mais confiante. Lembrei-me da orientação recebida de que não devemos “atrapalhar” a Obra Divina. Precisamos deixar Deus e Meishu-Sama atuar, sem se tornar um empecilho às pessoas que querem ser salvas.
Assim, tomei a firme decisão de deixar de lado todo aquele meu ego, meu pré-conceito, e fui perguntar à minha mãe se ela tinha o desejo de receber o Ohikari.
Foi quando ela me respondeu: “É claro que eu quero! Eu não sabia que eu poderia receber!”. Isso me deixou muito constrangida.
Percebi que a minha visão egoísta e limitada é que estava atrapalhando minha mãe de receber o Ohikari, impedindo-a de ministrar Johrei e de ser útil à Obra Divina. Senti-me muito envergonhada quando dei-me conta que estava atrapalhando o Messias Meishu-Sama e colocando o meu “GA” em primeiro lugar.
E no dia 27 de março, minha mãe finalmente recebeu o Ohikari! Nesse dia da outorga ela estava muito feliz que parecia até uma menininha recebendo seu primeiro diploma. Que gracinha!
Eu, então... estava triplamente feliz! Minha mãe estava recebendo o Ohikari, eu sentia a forte presença do espírito de meu pai, como que aprovando esse momento, e ainda, a outorga da minha mãe era uma prova viva de que eu havia conseguido me livrar daquele sentimento egoísta, deixando Meishu-Sama atuar livremente dentro de mim.
Dias depois, no primeiro Culto Mensal que minha mãe participou como membro, sua felicidade era nítida em seu rosto! Mas fui eu quem recebeu o maior presente nesse dia. Durante a sua palestra, o Ministro nos orientou a fazer uma prática de amor altruísta, que era cada um elogiar a pessoa que estava ao lado. Nesse momento, minha mãe virou-se para mim e disse: “VOCÊ É A LUZ DA MINHA VIDA! EU TE AMO!”
Retrucando, ainda falei: “Sou talvez uma lamparina na sua vida!”
Ela me interrompeu e reafirmou: “NÃO! VOCÊ É A LUZ DA MINHA VIDA! EU TE AMO!”
Neste momento, tomada por forte emoção, meu coração sentia que minha mãe estava ali representando milhares de antepassados que também foram salvos juntamente com ela.
Agora sei que a “luz da minha vida” a que ela se referia, não era “eu”, mas sim a partícula divina que habita em todos nós, e que, se cada um de nós nos comprometermos a despertar esta luz que está adormecida dentro de milhares de pessoas, estaremos fazendo a nossa parte na concretização do Paraíso Terrestre.
Assim, hoje reconheço a importância da minha relação com os meus antepassados, e por isso quero continuar servindo como instrumento de Meishu-Sama, sendo útil à Obra Divina, para eles continuarem a receber a Luz do Messias.
Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama, aos meus antepassados e aos meus orientadores pela permissão de continuar a ser útil à Obra Divina, comprometendo-me empenhar cada vez mais na difusão, divulgando a fé messiânica ao maior número de pessoas, oferecendo e ministrando Johrei, e, principalmente, com a convicção de que Meishu-Sama é nosso Messias Salvador. Muito obrigada!"
Fonte:
http://www.messianica.org.br/expereiencia_fe/experiencia_de_fe_anterior.html
Fundamentalmente, o Mundo Espiritual é constituído de nove níveis, pois tanto o Plano Superior, quanto o Intermediário e o Inferior são formados de três níveis. Após a morte, o espírito das pessoas comuns vai para o Plano Intermediário, mas o espírito daqueles que foram muito bons sobe imediatamente ao Plano Superior, e o dos perversos desce incontinenti ao Plano Inferior. Podemos ter mais ou menos uma ideia disso observando a forma como ocorre a morte.
Aqueles cujo espírito vai para o Plano Superior, sabem a data aproximada em que vão morrer e, nessa ocasião, não sentem nenhum sofrimento; chamam os mais chegados, expressam seus últimos desejos e morrem em paz, como se a morte fosse a coisa mais natural. Ao contrário, aqueles cujo espírito vai para o Plano Inferior têm morte muito dolorosa, agonizando em meio a sofrimentos extremos. Os que vão para o Plano Intermediário estão sujeitos a sofrimentos menos dolorosos. Falarei primeiramente sobre os espíritos que se destinam ao Plano Intermediário. Para chegarem lá, eles têm de atravessar um rio. Nessa ocasião, um funcionário examina-lhes a roupa; se esta é branca, o espírito passa, mas se é de cor, ele é obrigado a trocá-la por uma de cor branca. Quando o espírito acaba de atravessar o rio, a veste branca apresenta-se tingida; a cor varia de acordo com a quantidade de máculas espirituais. As vestes dos espíritos mais maculados tingem-se de cores escuras, sendo que a do mais puro permanece branca.
Em seguida, de acordo com a tese budista, o espírito vai para o Fórum, onde é julgado. O julgamento é bem diferente do que ocorre no Mundo Material: caracteriza-se pela imparcialidade, não havendo o mínimo de favoritismo nem de equívocos. Um por um, os pecados são refletidos num espelho de cristal puro e, em seguida, julgados. O julgamento é precedido de uma investigação, procedendo-se, em seguida, à comparação das condições presentes do espírito com os outros registros seus existentes no Fórum. Quem exerce a função de juiz no fórum do Mundo Material, também a exerce no Mundo Espiritual. Após receber a sentença, o espírito dirige-se para um dos três níveis do Plano Superior ou do Plano Inferior. Portanto, a "esquina de seis caminhos" a que aludimos, como o próprio nome indica, é a encruzilhada para ele ir a um daqueles níveis. Todavia, embora tenha ficado decidido que o espírito vai para o Plano Inferior, concede-se a ele mais uma oportunidade: fazer aprimoramento no Plano Intermediário, para a sua elevação. Aqueles que se arrependem e se convertem, ao invés de irem para o Plano Inferior como estava determinado, vão para o Plano Superior.
O trabalho de orientação é realizado pelos eclesiásticos das respectivas religiões, como faziam no Mundo Material. Tais eclesiásticos, após seu falecimento, recebem ordem para cumprir essa missão. No Plano Intermediário, o período de aprimoramento vai de alguns dias até trinta anos, e aqueles que não conseguem arrepender-se, descem ao Plano Inferior. Há um outro fator ainda. Se os parentes, amigos e conhecidos lhe oferecem cultos após a morte - cultos feitos de coração, com toda a sinceridade - ou somam méritos e virtudes praticando o bem, fazendo feliz o próximo, a purificação do espírito desencarnado será acelerada. Por essa razão, a dedicação aos pais, a fidelidade ao cônjuge, etc., aqui no Mundo Material, revestem-se de grande significado mesmo após a sua morte, e eles ficam muito contentes com os cultos feitos em sua memória.
Meishu-Sama em 5 de fevereiro de 1947
Fonte: Alicerce do Paraiso – volume 3 (trechos)
EXPERIÊNCIA DE FÉ:
"Bom dia a todos!
Meu nome é Sidnéa Regiane Bortolozo, do Johrei Center Guanabara, da cidade de Campinas, interior de São Paulo.
Eu me tornei messiânica por intermédio do Coral Mokiti Okada no ano de 2006 e meu filho, que também participava do Coral, recebeu o Ohikari no ano seguinte.
Desde que fui outorgada, sempre tive o pensamento fixo de que eu não tinha capacidade de falar sobre a Igreja para ninguém; de que não dispunha de conhecimento suficiente para transmitir os Ensinamentos a alguém; vivia repetindo para mim mesma, que minha missão não era a expansão da Obra Divina.
De fato, eu tinha dificuldades em apresentar a Igreja Messiânica para as pessoas; lia poucos ensinamentos e não conseguia ministrar muito Johrei. Enfim, nesses pontos, eu não me sentia uma boa messiânica.
Mas por outro lado, sempre dediquei com muito empenho e com muito amor no Coral, e sei que transmitia esse amor para as pessoas que tinham contato comigo. Achava que isso era a minha missão na Obra Divina, e por isso não me empenhava no encaminhamento de outras pessoas.
Porém, no início deste ano, quando estava recebendo Johrei com o Ministro Responsável do meu Johrei Center, pensei muito em minha mãe.
Mesmo ela morando junto comigo, pois meu pai é falecido há mais de trinta anos, dentro da minha cabeça, eu via o fato dela receber o Ohikari como algo impossível.
Ao término do Johrei, fui orientada pelo ministro a mudar o meu Sonen e procurar colocar a vontade de Meishu-Sama à frente da minha vontade.
E a convite do ministro, passei também a fazer parte do grupo de expansão, e acabei indicando o nome da minha mãe para receber o Ohikari, mesmo sem ter confiança suficiente de que conseguiria alcançar esse objetivo.
Assim, a partir daquele dia, comecei a ministrar Johrei diariamente nela. Por um lado, sentia-me muito feliz com esse desafio, principalmente por se tratar de minha mãe. Mas por outro lado, não sabia como iria despertá-la e, mais uma vez pedi a Deus, ao Messias Meishu-Sama e ao mundo espiritual que me orientassem.
Além de ministrar-lhe Johrei todos os dias, comecei a fazer a prática do Sonen de encaminhamento dos antepassados, e assim, passei a me sentir mais confiante. Lembrei-me da orientação recebida de que não devemos “atrapalhar” a Obra Divina. Precisamos deixar Deus e Meishu-Sama atuar, sem se tornar um empecilho às pessoas que querem ser salvas.
Assim, tomei a firme decisão de deixar de lado todo aquele meu ego, meu pré-conceito, e fui perguntar à minha mãe se ela tinha o desejo de receber o Ohikari.
Foi quando ela me respondeu: “É claro que eu quero! Eu não sabia que eu poderia receber!”. Isso me deixou muito constrangida.
Percebi que a minha visão egoísta e limitada é que estava atrapalhando minha mãe de receber o Ohikari, impedindo-a de ministrar Johrei e de ser útil à Obra Divina. Senti-me muito envergonhada quando dei-me conta que estava atrapalhando o Messias Meishu-Sama e colocando o meu “GA” em primeiro lugar.
E no dia 27 de março, minha mãe finalmente recebeu o Ohikari! Nesse dia da outorga ela estava muito feliz que parecia até uma menininha recebendo seu primeiro diploma. Que gracinha!
Eu, então... estava triplamente feliz! Minha mãe estava recebendo o Ohikari, eu sentia a forte presença do espírito de meu pai, como que aprovando esse momento, e ainda, a outorga da minha mãe era uma prova viva de que eu havia conseguido me livrar daquele sentimento egoísta, deixando Meishu-Sama atuar livremente dentro de mim.
Dias depois, no primeiro Culto Mensal que minha mãe participou como membro, sua felicidade era nítida em seu rosto! Mas fui eu quem recebeu o maior presente nesse dia. Durante a sua palestra, o Ministro nos orientou a fazer uma prática de amor altruísta, que era cada um elogiar a pessoa que estava ao lado. Nesse momento, minha mãe virou-se para mim e disse: “VOCÊ É A LUZ DA MINHA VIDA! EU TE AMO!”
Retrucando, ainda falei: “Sou talvez uma lamparina na sua vida!”
Ela me interrompeu e reafirmou: “NÃO! VOCÊ É A LUZ DA MINHA VIDA! EU TE AMO!”
Neste momento, tomada por forte emoção, meu coração sentia que minha mãe estava ali representando milhares de antepassados que também foram salvos juntamente com ela.
Agora sei que a “luz da minha vida” a que ela se referia, não era “eu”, mas sim a partícula divina que habita em todos nós, e que, se cada um de nós nos comprometermos a despertar esta luz que está adormecida dentro de milhares de pessoas, estaremos fazendo a nossa parte na concretização do Paraíso Terrestre.
Assim, hoje reconheço a importância da minha relação com os meus antepassados, e por isso quero continuar servindo como instrumento de Meishu-Sama, sendo útil à Obra Divina, para eles continuarem a receber a Luz do Messias.
Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama, aos meus antepassados e aos meus orientadores pela permissão de continuar a ser útil à Obra Divina, comprometendo-me empenhar cada vez mais na difusão, divulgando a fé messiânica ao maior número de pessoas, oferecendo e ministrando Johrei, e, principalmente, com a convicção de que Meishu-Sama é nosso Messias Salvador. Muito obrigada!"
Fonte:
http://www.messianica.org.br/expereiencia_fe/experiencia_de_fe_anterior.html